Síntese das Entrevistas - Espaço da Intervenção
Afim de contextualizar, o grupo dividiu-se para que pudéssemos alcançar uma amostra maior para essa tarefa, resultando em duas partes:
- Amostras grupo 1:
Através das entrevistas realizadas, foi possível perceber, entre alunos e funcionários, que o espaço escolhido para intervenção é pouco utilizado, tanto para seu uso convencional como para outros tipos de apropriação dele. Acreditamos que esse vazio, percebido pelo grupo e confirmado com a amostra de entrevistados, deve-se principalmente ao fechamento do acesso que havia para a biblioteca, no segundo andar.
O que chama atenção, em um dos relatos de estudante, é o fato de aquele ambiente, por seu caráter inóspito, ter sido usado em um momento de dificuldade emocional, para chorar. Ele também aponta que o local era bem mais utilizado nas festas que haviam no campus e que, atualmente, não são permitidas.
- Amostras grupo 2:
Nas entrevistas, apenas uma estudante confirmou usar a escada próxima ao radamés. Atualmente, ela utiliza mais os elevadores, mas antes - quando os elevadores não funcionavam - ela usava muito as escadas. Nosso local de intervenção foi descrito como isolado e muito raro de ser usado.
As experiências naquele local geralmente é alguma aula que teve, como local de passagem por ser próxima ao radamés e uma aula que uma estudante teve sobre patologia dos materiais de construção,em que o professor usou para mostrar as camadas de pintura da escada.
O local de intervenção seria mais utilizado, segundo os entrevistados, se fosse usado materiais sensoriais - auditivo ou tátil, por exemplo - e fosse um local de permanência como o uso de puffs.
Sobre esses entrevistados conclui-se que eles preferem se locomover utilizando o elevador, pois o acesso é mais rápido e prático. Em relação às escadas, eles optaram por utilizar as principais que já dão o acesso direto para as salas.
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