Exposição no Palácio das Artes.
O que mais me marcou e me fez trazê-la aqui pro blog, foi a sensação criada pela disposição de ambas as obras, fazendo com que significasse para mim a visão do indígena em um mundo extremamente eurocêntrico. Em uma sociedade onde o significado de arte, muitas vezes, permeia apenas ao entorno de obras realizadas na Europa, além da ausência de valorização de obras nativas pelos brasileiros, podemos apenas imaginar o vazio que essa ausência de representatividade causa. Ao fazer arte por cima de livros baseados no eurocentrismo, é possível pensar que, um dia, possamos valorizar, destacar e estudar as obras indígenas, como fazemos com as obras europeias.
Esse registro do manto com a parede do Jaider ficou absurdo
ResponderExcluirObrigadaaa <3 achei que uma obra parecia complementar a outra, sabe?
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